Royal Blood quer repetir parceria com Metallica em show ‘barulhento’ no Rio

O Royal Blood toca no sábado (19) de Rock in Rio com apenas dois caras no palco fazendo um som com mais barulho que pose. E sem guitarrista. Geralmente, tocam oito músicas em 50 minutos: o negócio é ir direto ao assunto.

O baixista e vocalista Mike Kerr pareceu levar o lema a sério, em entrevista por telefone ao G1. Mike é um homem de poucas palavras.

“Dizem que o Brasil é um dos melhores lugares para tocar e quero saber se é verdade”, conta ele. “Eu acho que esta será a maior plateia para a qual já tocamos”, completa, ao ser informado que o show será para 85 mil pessoas.

Completado pelo baterista Ben Thatcher, o Royal Blood surgiu na cidade inglesa de Brighton, em 2013. Chamaram a atenção da imprensa inglesa unindo o grunge dos anos 90 com certo virtuosismo setentista.

“Gostamos de ser barulhentos. A gente odeia silêncio. Se a plateia é maior, temos que tocar ainda mais alto e tentar fazer com que todos prestem atenção. Queremos que todos se divirtam na frente e bem lá atrás”, explica, antes de citar o Queens of the Stone Age como o dono do show mais barulhento já visto por ele.

Royal Blood toca no dia do Metallica no Rock in Rio (Foto: Divulgação/Warner)

Turnê com Foo Fighters
De cara, o Royal Blood conseguiu fãs famosos como Muse e Arctic Monkeys. Também caíram nas graças do Foo Fighters, que chamaram o duo para abrir sua turnê.

O Metallica, atração principal deste sábado de Rock in Rio, também mostrou curtir os rapazes: o baterista Lars Ulrich participou de um show deles em abril. “Eu gostaria que isso rolasse de novo. A gente se deu bem. Ele é um cara legal e é fácil tocar com ele.”

Mike Kerr (baixista e vocalista) e Ben Thatcher (baterista) formam o Royal Blood (Foto: Divulgação/Warner)

Noite longa
Quando pensa no Brasil, Mike disse pensar em… “Uma noite muito longa”. Ele contou o que pretende fazer após o show. “A gente gosta de ir para festas, explorar o lugar, beber cerveja”, enumera. “Às vezes não dá tempo. Mas desta vez planejamos para fazer isso.”

O que não está nos planos é ter que lidar com xingamentos e vaias de fãs do Metallica que não conhecem o Royal Blood. Esse tipo de recepção é comum em edições passadas do Rock in Rio, quando o assunto é banda nova. “É impossível controlar indivíduos. A experiência que temos no palco é geral,

Fonte: g1.globo

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