Anthrax: Charlie Benante comenta “Anthems” e novos shows

ImagemAniruddh “Andrew” Bansal do Metall Assault.com recentemente conduziu uma entrevista com o baterista do ANTHRAX, Charlie Benante. Alguns trechos desta conversa podem ser vistos abaixo.

Metal Assault: Normalmente vocês tocam ao menos três músicas do “Among The Living” em seu set, mas desta vez vocês tocaram a coisa toda. O quão difícil foi isto e o quanto você teve que se preparar para de fato tocar estas músicas?

Benante: “Eu estou de fato me preparando para isto, porque uma das músicas nós de fato não tocamos ao vivo, então você tem que reaprender como tocá-la e ver que tipo de abordagem você colocará nestas músicas também, porque é uma música muito, muito rápida, eu tenho que dosar as energias, e é um desafio, mas tenho certeza que vou consegui fazê-lo.”

Metal Assault: Ultimamente várias bandas estão tocando seus álbuns clássicos na íntegra. Isto surgiu porque outras pessoas estão fazendo?

Benante: “Bem, na verdade nós fizemos isso em 2005, mas nós tocamos um grande pedaço do disco e não cada música dele. Nós podemos ter deixado uma música de fora. Então para mim este sempre é um conceito interessante: ir lá fora e tocar um álbum completo ou um lado, tanto faz, e eu me lembro no meio ou no final dos anos 1990, o CHEAP TRICK já estava fazendo isso. Eles estavam tocando os primeiros quatro álbuns, o que eu acho ótimo. Eles tocavam todas as músicas de um disco em cada noite. Acho isso matador.”

Metal Assault: E tem esse lançamento, que deve sair em algumas semanas, o EP “Anthems”, que tem seis covers, a faixa do “Worship Music”, “Crawl”, e seu remix também. Como isso surgiu? Acho que alguns membros do ANTHRAX já estão falando disso há alguns meses, então é algo que já vem sendo trabalhado há algum tempo?

Benante: “O que aconteceu foi que nós sempre gravamos lados B e coisas deste tipo, e nós tínhamos vários destes que foram gravados, mas sem finalização. Então nós estávamos conversando e eu disse que nós realmente deveríamos fazer algo com eles, quem sabe algo mais. Então eu mencionei o RUSH e “Anthem” foi a música que surgiu. Então nós estávamos falando sobre outras músicas e o JOURNEY surgiu. Então eu disse que ia gravar estes. Fazer a bateria e tudo mais, então eu iria fazer o básico da guitarra e enviá-los. Então eu os enviei a Scott [Ian, guitarrista], então Frank [Bello, baixo] os pegou, e Joey [Belladona, vocal] os pegou e finalizou todo o material. Nós estávamos tão felizes com o modo que as coisas estavam acontecendo, eu estava ‘Wow, eu aposto que os fãs realmente gostariam de ouvir isto!’. E foi o que aconteceu, mas nós queríamos mantê-lo como um EP e não como um disco completo, porque nós queríamos que o preço fosse bom, sabe? Originalmente eu disse que ele deveria custar US$ 6,66, mas o iTUnes não aceitaria.”

Metal Assault: Por que eles não fariam? Por causa da coisa do 666?

Benante: “Bem, eles disseram que não era pela coisa do 666, mas sim pela maneira que seus preços funcionam e US$ 6,66 não funcionaria com seu sistema, o que é uma grande besteira!”

Leia a entrevista completa, em inglês, no Metal Assault.com

http://metalassault.com/Interviews/2013/03/05/anthrax-drummer-talks-metal-allian…

 

Fonte: whiplash.net/materias

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